terça-feira, setembro 28, 2004

a luz de lisboa (claridade)



(manuela de freitas)

Quando Lisboa escurece
E devagar adormece
Acorda a luz que me guia
Olho a cidade e parece
Que é de tarde que amanhece
Que em Lisboa é sempre dia

Cidade sobrevivente
de um futuro sempre ausente
de um passado agreste e mudo
Quanto mais te enches de gente
Mais te tornas transparente
Mais te redimes de tudo

Acordas-me adormecendo
E dos Sonhos que vais tendo
Faço a minha realidade
E é de noite que eu acendo
A luz do dia que aprendo
Com a tua claridade
Manuela de Freitas

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Amei este poema ... Beijinho grd / Lina ***

7:56 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Gostei deste teu cantinho de fado e poesia! parabéns! bjinhos e inté / Aran_aran

11:32 da tarde  

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