Acetei o testemunho que passou a amiga
charlottee ai vai...
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
seria um livro aberto...
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
sim, o sete-luas do "memorial do convento" de saramago...
Qual foi o último livro que compraste?
"hei-de amar uma pedra" de a.l.antunes
Que livros estás a ler?
nenhum...
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
"o senhor dos aneis" de tolkien
"austerlitz" de sebald
"o dicionario da lingua portuguesa"
"memoria de elefante"de a.l.antunes
"codigo da vinci" de d.brown
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
à
ninapor ser uma pessoa de quem eu quero saber o que lhe interessa...
à
dulce porque também me interessa o que ela acha e
à
linaporque é uma amiga que gosto imenso...
Comentários
Desde muito nova que ouvia os fados de Amália, sempre adorei.
O teu blog é de alguém que não gosta, é muito mais, é de alguém que adora a diva de ontem, de hoje e de amanhã. Amália existirá sempre em nós, faz parte da nossa Pátria do sentir e ser portugues
LETRA-JERONIMO BRAGANÇA
MUSICA-MAESTRO NOBREGA e SOUSA
MAR DE MÁGOAS SEM MARÉS
ONDE NÃO HÁ SINAL DE QUALUQER PORTO
DE LÉS A LÉS O CÉU É COR DE CINZA
E O MUNDO DESCONFORTO
NO QUADRANTE DESTE MAR QUE VAI RASGANDO
HORIZONTES SEMPRE IGUAIS À MINHA FRENTE
HÁ UM SONHO AGONIZANDO
LENTAMENTE, TRISTEMENTE
MÃOS E BRAÇOS PARA QUÊ
E PARA QUÊ OS MEUS CINCO SENTIDOS
SE A GENTE NÃO SE ABRAÇA E NÃO SE VÊ
AMBOS PERDIDOS
NAU DA VIDA QUE ME LEVA
NAUFRAGANDO EM MAR DE TREVA
COM MEUS SONHOS DE MENINA
TRISTE SINA
E NAS ROCHAS SE QUEBROU
E SE PERDEU A ONDA DESTE SONHO
DEPOIS FICOU UMA FRANJA DE ESPUMA
A DESFAZER-SE EM BRUMA
NO MEU JEITO DE SORRIR FICOU VINCADA
A TRISTEZA DE POR TI NÃO SER BEIJADA
MEU SENHOR DE TODO O SEMPRE
SENDO TUDO, NÃO ÉS NADA
MÃOS E BRAÇOS PARA QUÊ
E PARA QUÊ OS MEUS CINCO SENTIDOS
SE A GENTE NÃO SE ABRAÇA NÃO SE VÊ
AMBOS PERDIDOS
NAU DA VIDA QUE ME LEVA
NAUFRAGANDO EM MAR DE TREVA
COM MEUS SONHOS DE MENINA
TRISTE SINA!
Olhe, dei-me ao trabalho porque o amigo ao falar de Italia recordou-me a minha juventude, pois fiz a Faculdade na cidade de Perugia, Italia, e foi aos 17 anos d eidade que , em Perugia vi pela primeira vez a Amália, num concerto fabuloso num Teatro Antigo muito bonito.
Tenho cantado muito em Italia, em es+pecuial em Perugia, Florença (Firenze), na Sicilia também onde cantei com o Ramazzotti numa festa de solidariedade.Se o amigo se der ao trabalho de ler na diagonal(se não tiver muito tempo) os meus textos antigos (do meu blog) verá todas essas narrativas. A Itália para mim, reoresenta "la giovinnezza", e um pouco ,a Côte d' Azur francesa , a cidad e de Nice onde finalizei o meu curso superior. Ah belos tempos! Em especial, recordá-los agora que fiz (há duas semanas)os malfadados 40 anos, representa muito para mim. Diga a esse seus amigos para me convidarem.À Itália vou de bom agrado...Grazie tante!
MIO AMOR', MIO AMOR'
MIA ECO LONTANA
MIA MAREIA DI RIMPIANTO...
cantava Amália, na sua versão italiana do fado Meu Amor Meu Amor, do album COM QUE VOZ.
"C'É CHI DICE L'AMOR'N0N É BELLO
CERTO QUE QUELLO L'AMOR NON SA FARE..."
cantava ainda Amália, no album SEMPLICEMENTE IL MEGLIO, mulher no Verão da Vida, dizendo-nos que só quem não gosta de fazer anmor, é que diz que o amor não é belo! AI AI AI QUE BELISSIMOS TEMPOS MEUS EM ITÁLIA!!!!!
Espero ter-lhe sido util
VALERIA MENDEZ
do blog www.fadista-valeria-mendez.weblog.com.pt
VALERIA MENDEZ
Assim a saibamos viver, e assim saibamos recordar a vida de quem já morreu.
Um abraço apertado.
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Alexandre O'Neill